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quarta-feira, agosto 06, 2014

ELOY - "Live in Stuttgart" - 1998

Estimulado por um múltiplo pedido feito por um leitor do blog para repostar alguns álbuns do Eloy, eu estava à procura dos referidos álbuns, acabei me deparando com o bootleg que estava perdido no meio de tantos álbuns, intitulado “Live in Stuttgart”, fruto de uma apresentação acorrida em dezembro de 1998.

Neste mesmo ano era lançado o álbum de estúdio “Oceans 2 – The Answer”, que botava um fim em um hiato de uns quatro anos longe dos estúdios, desde o lançamento do álbum, “The Tides Return Forever” acontecido em 1994.

Portanto o bootleg, "Live in Stuttgart", nos trás quase na integra o álbum de estúdio do momento, bem como ainda nos brinda com músicas extraídas dos álbuns, “Ra”, “The Tides Return Forever”; “Time to Turn”; “Metromania”; “Planets”; “Colours”; “Oceans” e “Down”, ou seja, tem música suficiente para agradar a Gregos e Troianos.

Frank Bornemann que de bobo não tem nada, como sempre está muito bem acompanhado, contando com a presença de Michael Gerlach nos teclados, Klaus-Peter Matziol no baixo e Bodo Schopf na bateria e percussão, fora os músicos convidados que sempre complementam a banda.

O Eloy como já foi dito inúmeras vezes aqui no blog, tem um surpreendente histórico de superação pelas constantes mudanças de músicos, praticamente acontecendo em todos os álbuns de estúdio, mas o interessante é que uma coisa não muda em sua trajetória que é a qualidade de seus álbuns, nas várias fases musicais que a banda passou ao longo de quatro décadas de trabalho quase que ininterrupto.

Logicamente o ponto notável deste fenômeno está diretamente associado à existência de uma das figuras mais carismáticas e marcantes do mundo do rock, Frank Bornemann, um músico incansável na busca da perfeição, que há bem da verdade nunca teve o merecido reconhecimento internacional por seus feitos e por sua complexa obra, talvez acontecendo por conta de uma fraca atuação na divulgação de seus trabalhos. 

Então, fica mais uma vez o convite a todos para se deliciarem com mais uma demonstração de amor à música feita pelo Eloy e principalmente pelo figuraça do Frank Bornemann e para o internauta que solicitou os álbuns, em breve serão disponibilizados na área de comentários desta resenha.

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!

ELOY 
Frank Bornemann - vocal e guitarra
Michael Gerlach - teclado e vocal de apoio
Klaus-Peter Matziol - baixo
Bodo Schopf - bateria e percussão

Tracks:
CD1
01 - Betwenn Future and Past
02 - Paralysed Civilisations
03 - Ro Setau;
04 - The Apocalipse
05- Awakening of Conseiousness
06- Generation of Innocense
07- Voyager of the Future Race
CD2
01 - Follow the Light
02 - Time to Turn
03 - All Life is One
04 - Mysterious Monolith
05 - Drum Solo
06 - Silhouette
07 - The Sung Song
08 - The Answer
CD3
01 - Poseidon's Creations
02 - The Tides Return Forever


quinta-feira, agosto 15, 2013

ELOY - "Live in Koblenz" - 1982

Em abril de 1982, acontecia na bucólica cidade de Koblenz, Alemanha, mais uma apresentação do Eloy, provavelmente na turnê de divulgação do álbum “Planets” onde já era possível ouvir quase que a totalidade do álbum, “Time to Turn”, um dos álbuns mais legendários e emblemáticos do rock progressivo dos anos oitenta, que seria lançado no mês de agosto daquele mesmo ano, gerando este bootleg, “Live in Koblenz”.

Falar de Eloy é no mínimo falar de Frank Bornemann, possuidor de uma mente genial, o cérebro e a espinha dorsal de uma das melhores bandas de rock progressivo de todos os tempos, sendo ele uma figura incrivelmente carismática e que ao longo de toda a trajetória da banda, soube manter ao seu lado, músicos de primeiríssima categoria e como é sabido por todos, não foram poucos, pois praticamente a cada álbum de estúdio, uma nova formação era criada.

O grande diferencial do Eloy em relação às demais bandas do mesmo segmento musical, fora o fato da existência de Frank Bornemann, é a capacidade de recuperação, frente às mudanças de músicos, que como já havia dito anteriormente foram muitas, chegando a um total de quinze músicos ao longo de quatro décadas de dedicação ao rock progressivo.

Koblenz
O mais interessante é que isto aconteceu sem que  fosse levado em conta os modismos musicais que foram surgindo no curso da história, o que de per si,  mostra a perseverança de Frank prova o valor do trabalho feito pela banda em todas as fases de sua extensa discografia,  que está em torno de uns vinte álbuns de estúdio. 

Mesmo com esse tipo de problema, que de certo ponto é muito grave, pois não basta a origem e a essência da música ser boa, pois tem que haver um entrosamento muito sólido entre os músicos, para absorver a demanda que este tipo de música exige e isto é um fato inegável e incontestável quando o assunto é o rock progressivo e com publico também, que fatalmente vai criando um vínculo com os músicos de sua preferência, portanto, o entra e sai de músicos que caracterizou vida da banda é um fato preocupante.

Frank Bornemann
Entretanto, ao contrário do que seria o esperado para uma situação tão caótica como esta, a música produzida pelo Eloy, independentemente do direcionamento dado por Frank Bornemann que esteve à frente dos caminhos que a banda se submeteu, manteve uma uniformidade musical incrível, só possível acredito eu, com o apoio total e irrestrito dos músicos que pela banda passaram.

Se por exemplo, levarmos em conta que houve cinco tecladistas diferentes na banda e que para este tipo de música, o teclado é fundamental, pois cria uma identidade entre a banda e o seu público, pelo modo de se executar e pelo tipo de equipamento usado e mesmo assim a atração pela banda não diminui, isto é um mérito que não podemos nos esquecer. 

Para esta apresentação, o Eloy teve em seu elenco, Klaus Peter Matziol, Hannes Folberth, Hannes Arkona, Fritz Randow, e o apoio de duas backing vocals, Amy e Romy para completar o grupo.

Com a exceção das músicas, "Behind The Walls Of Imagination" e "Magic Mirrors", as demais músicas do álbum, “Time to Turn”, estão dividindo o espaço com músicas dos álbuns “Planets”, “Oceans” e “Colours”, outros grandes álbuns da discografia da banda.

Em geral não há muito mistério ou maiores novidades em se tratando do Eloy, pois o esperado é sempre uma explosão de talento, virtuosismos não exacerbados, com um consequente encantamento pelo show, portanto, não resta mais nada se não, recomendar o álbum por tudo o que ele representa.

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!

Eloy:
Frank Bornemann - guitar, vocal
Klaus-Peter Matziol - bass
Hannes Arkona - guitar
Hannes Folberth - keyboards
Fritz Randow - drums

Amy - backing vocals
Romy - backing vocals


Tracks:
CD01:
01. On The Verge Of Darkening Lights 11:49
02. Mysterious Monolith 8:14
03. Queen Of The Night 5:19
04. Sphinx 10:36
05. Through A Somber Galaxy 11:06
06. Time To Turn 5:05
07. End Of An Odyssey 10:15
08. The Flash 5:45
09. Say, Is It Really True ? 6:00
CD02:
01. Illuminations > drum solo 15:52
02. Horizons > (band intro) 5:49
03. Child Migration 6:46
03. Silhouette 4:39
04. Poseidon's Creation 10:29


LINK

quarta-feira, maio 15, 2013

ELOY - "Live At The Marquee" - 1984

Os mantenedores de blogs, direcionados para a música, seja ela qual for, certamente estão encontrando dificuldade em manter seus blogs em atividade com certa dignidade por falta de material novo, que tenha um mínimo de qualidade para que valha a pena resenhar algo a respeito e eu incluo este blog nesta mesma situação, agravada talvez até por conta de uma predominância maior para a vertente progressiva do rock, o que certamente trás alguns complicadores extras. 

Com as devidas proporções, chega a ser um trabalho quase arqueológico em tentar descobrir antigas gravações de shows, ou “b’sides” não aproveitados de gravações de estúdio, que acabaram ficando perdidos por anos a fio em alguma prateleira da indústria fonográfica, mas que por obra e graça de algum “iluminado”, acaba sendo compartilhado na rede. 

Insistentemente tenho procurado por novas bandas ou trabalhos mais recentes de antigas bandas, mas os resultados destas pesquisas se têm mostrado quase sempre infrutíferos por diversas razões, que vão da baixa qualidade musical de bandas mais contemporâneas ou mesmo de novos trabalhos de bandas mais antigas que já chegam com “cheiro de mofo”, portanto, só escavando muito fundo para trazer alguma “novidade” proveniente do passado. 

Com este espírito desbravador e depois de muito fuçar a rede como um cão sabujo, acabei me deparando com o bootleg, “Live At the Marquee” do Eloy, datado de maio de 1984, com músicas provenientes dos álbuns, Oceans, Colours, Planets, Performance, Time to Turn e o álbum, Metromania, talvez o primeiro álbum, “progmetal” da história do rock, por conta de suas pesadas guitarras em um cenário progressivo. 

Com uma discografia de origem bem diversificada até então, este pequeno show dá uma mostra do que se escutava por fora das tendências musicais predominantes do início dos anos oitenta, colocando este tipo de música em um cenário underground, porém, viva, aliás, muito viva até hoje. 

As músicas deste bootleg mostram a transição de cenários entre o progressivo clássico e um novo progressivo, mais brando, mais comedido, porém, em algumas músicas, dosado com uma pitada de “Metal”, que em paralelo com a “New Wave”, o "Punk Rock" e a “Dance Music”, dava sinais que tinha vindo para ficar, pois não era uma vertente passageira como estas que citei, portanto, como a história não leva desaforos para a casa e não deixa ninguém mentir, o “Metal” está presente no mundo da música até hoje. 

Esta afirmação, está registrada no álbum, “Metromania”, porém, curiosamente no álbum seguinte, “Ra”, quatro anos depois de seu antecessor, um novo portal se abriu, e o progressivo clássico voltou à vida do Eloy, graças à coragem e a genialidade de Frank Bornemann. 

A formação da banda praticamente a cada álbum de estúdio, teve um elenco de músicos diferentes, mas isso nunca foi um problema para Frank Bornemann, que nesta apresentação contou com, Hannes Arkona, Klaus Peter Matziol, Hannes Folberth e Fritz Randow e como sempre mantiveram um patamar muito elevado na execução das músicas. 

Frank Bornemann é um sonhador, mas antes de tudo, um visionário, um músico de luz, com um talento criador inigualável, pois enfrentando todo o tipo de dificuldade, sempre deu o tom certo em seus trabalhos, independente de sua época de criação ou mesmo com quem estava dividindo a banda e neste bootleg, ele não fugiu aos padrões. 

O álbum mais recente de estúdio do Eloy que tenho notícia e que já foi postado aqui no blog, se chama, “Visionary” de 2009, mas mesmo tanto tempo depois de sua época de origem e com tantas mudanças estruturais sofridas ao longo das décadas, Frank Bornemann conseguiu manter acesa a chama da essência da banda que ilumina seus trabalhos. 

A qualidade de gravação não é das melhores, mas como é uma dificuldade muito grande em conseguir algum material do Eloy, que quando se consegue, considero este fato como irrelevante, preferindo me ater em seu conteúdo histórico, portanto, recomendo este bootleg. 

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!

Eloy:
Frank Bornemann
Klaus-Peter Matziol
Hannes Arkona
Fritz Randow
Hannes Folberth

Tracks:
01. Through A Somber Galaxy
02. On The Verge Of Darkening Lights
03. Hearbeat
04. Silhouette
05. Nightriders
06. End Of An Odyssey
07. Seeds Of Creation
08. Poseidon's Creation
09. Shadow And Light
10. Illuminations
11. Drum Solo
12. Fools


quarta-feira, janeiro 16, 2013

ELOY - "Ludwigshafen" 1978

Se há uma banda que eu gosto de reservar um espaço especial aqui no blog, esta certamente é o Eloy, pois a considero de primeiríssima linha, mesmo que não tenha conseguido os mesmo níveis de popularidade que um Genesis, Yes, Pink Floyd e tantas outras da mesma geração conseguiram. 

Em geral é muito complicado encontrar algum material disponível de shows do Eloy, fora da linha de catálogo que a rigor só tem um, portanto quando surge algo, é uma obrigação dividir com todos e para tanto, apresento o bootleg, “Ludwigshafen”, datado de 1978 na Alemanha, porém com a data real de origem desconhecida.

A banda se apresentou com a sua melhor formação em meu conceito, tendo como elenco Frank Bornemann nas guitarras e vocais, Klaus-Peter Matziol no baixo, Detlev Schmidtchen nos teclados e Jürgen Rosenthal na bateria. 

Tratando-se do Eloy, falar de formação é algo complexo, pois em sua história, as entradas e saídas de músicos foram muitas, mas em geral a banda sob o comando de Frank Bornemann conseguiu manter uma uniformidade em seus álbuns, até certo ponto surpreendente e para mim, a que consta deste álbum é a mais criativa, pois com esta  união, foram criados os álbuns mais significativos da discografia da banda como, “Down”; “Oceans”, “Live”, “Silent Cries and Might Echoes” e o “Colours”, no período de 1976 até 1980. 

Esta apresentação com exceção das músicas, "The Dance in Doubt and Fear" e "Lost!? (Introduction)" é a integra do álbum, “Down” de 1975, que junto aos álbuns, “Power and the Passion” de 1975 e “Oceans” de 1977, formam a “Santíssima Trindade” da discografia do Eloy, pois considero estes álbuns perfeitos, sob o ponto de vista estético da ótica progressiva. 


Pode até parecer para alguns, uma blasfêmia ou sacrilégio o que vou dizer a seguir (e acho que não é a primeira vez que eu afirmo isto), mas eu sem medo, digo que para mim, o Eloy é como um “Pink Floyd Alemão” sem a fase psicodélica, sob a regência de Frank Bornemann, que é gênio por excelência quando está compondo suas peças, canta razoavelmente bem em inglês com sotaque alemão, o que dá um diferencial as suas vocalizações e ainda por cima empunha sua guitarra com muita destreza e personalidade. 

Ele consegue um resultado musical muito semelhante ao Pink Floyd, pois consegue gerar um cenário espacial muito envolvente e cativante, encontrado em álbuns como ”Meddle”; “Atom Heart of Mother”, “The Dark Side of the Moon” e até mesmo, “Wish You Were Here” que são álbuns altamente viajantes. 

Com toda esta dedicação à música, foram produzidos dezessete álbuns de estúdio, três coletâneas e um álbum gravado ao vivo oficial, fora os raros bootlegs que vez por outra aparecem na Net, criados ao longo de quatro décadas de muita doação de talento, inspiração e amor à música. 

Como fã de carteirinha que sou da banda e principalmente de Frank Bornemann, não resta alternativa, senão recomendar muito este bootleg, que como todos os outros já apresentados aqui no blog, é parte constante da história da música e diretamente do rock progressivo.

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!

Eloy:
Frank Bornemann - Guitars, Vocals
Klaus-Peter Matziol - Bass Guitar
Detlev Schmidtchen - Keyboards
Jürgen Rosenthal - Drums

Tracks:
01. Awakening
02. Between the Times
  a. Between the Times
  b. Memory Flash
  c. Appearance of the Voice
  d. Return of the Voice
03. The Sun Song
04. Lost?? ( The Decision)
05. The Midnight Fight / The Victory of Mental Force
06. Gliding Into Light and Knowledge
07. Le Réveil du Soleil / The Dawn


NEW LINK



DEPOIMENTOS:

O mais gratificante aqui no blog, é poder contar com pessoas que graciosamente disponibilizam seus conhecimentos e experiências, portanto, estar inserindo estes cometários diretamente na resenha é uma obrigação e especificamente nesta resenha, nós temos uma pós-graduação em "Eloy", ministrada por Roderick Verden (Imperdível) e em seguida uma esclarecedora visão geral do rock progressivo feita por Carlos "The Ancient" envolvendo o Pink Floyd: 



Amigo boa banda, parte importante do Alemão progressiva, o meu favorito é Floating e The Ocean

Atenciosamente
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  1. Eu na verdade sou suspeito para falar de qualquer álbum do Eloy, pois eu gosto de todos.....

    Valeu por sua presença aqui no blog....

    Abraços,

    Gustavo
    Excluir
  2. Amigo gustavo, lamentavelmente o link não está funcionando mais. Parabéns pelo texto bem elaborado, eu tenho curiosidade de conhecer os demais trabalhos do Eloy, eu possuo em mp3 os dois primeiros e o "Planets" que tive o prazer de compra-lo logo quando saiu em vinil no Brasil no periodo em que o album era lançamento.
    Parabéns pelo Blog. Grande Abraço!!!
    Excluir
  3. Ricardo,

    Já estou providenciando um novo link.... aguarde!!!

    Obrigado pelas palavras....

    Volte sempre!!!

    Abraços,

    Gustavo

    1. Oi Gustavo. Coincidentemente, adquiri três cds do Eloy, nesta semana: "Floating", "Colours" e "Dawn". Tenho-os, em mp3, mas, um deles adquiri em troca, os outros dois comprei, mesmo estando muito sem dinheiro.rs

      No meu conceito, o Eloy não teve uma mulher formação.

      O primeiro álbum destoa dos outros, já que é hard rock , os teclados são ouvidos apenas ocasionalmente e o Frank Bornemman não canta. Na verdade, neste disco, Bornemann não se destaca muito. Contudo, é um ótimo disco.

      No "Inside", Fritz Randow entra tocando bateria. Manfred Wickezorke, que no primeiro disco era guitarrista(junto com Bornemann), toca orgão e guitarra. Tocando apenas orgão hammond, Wickezorke dá um verdadeiro show com o seu instrumento. E ele faz a mesma coisa no "Floating".

      No "Power and Passion", Wickezorke, abandona de vez a guitarra e passa a tocar outros tipos de teclados, além do seu orgão: sintetizador, mellotron, piano...

      Infelizmente, Wickezorke não está presente no disco seguinte, "Dawn". Eu disse "infelizmente", mas felizmente ele foi muito bem substituído , por Detlev Schmidtchen, que também tocou guitarra, no disco em questão. E foi neste álbum, a estréia do ótimo baixista,
      Klaus-Peter Matziol . Infelizmente, Fritz Randow não participou do "Dawn", mas para a alegria dos fãs, entrou no seu lugar, "Jurgen Rosenthal", que era um ótimo letrista e fazia narração.

      No "Ocean", com a mesma formação do Dawn", as guitarras ficam por conta só de Bornemann.

      No "Silente Cries..." continua a mesma formação.

      No "Colours", Rosentall sai, dando lugar para o batera Jim Macgillivray, que também ajudava nas letras das melodias.
      Detlev Schmidtchen parte, e o álbum marca a estréia de mais dois integrantes, os xarás Hannes, Folberth nos teclados e Arkona nas guitarras.

      No próximo disco, "Planets", Arkona, além de tocar guitarra, toca teclados também, com isso, para nosso deleite, os sintetizadores comandam as viagens sonoras do Eloy.

      Em "Time to Turn", Fritz Randow volta a ficar por conta das baquetas. E esse excelente formação, Frank Bornemann, Klaus Peter-Matziol, Hannes Arkona, Hannes Folberth e Fritz Randow, prossegue junta até o disco de 1984, "Metromania".

      E foi depois do Metromania", que o Eloy se acabou, como um conjunto. Os tempos eram outros. O próximo disco, "Ra", foi lançado 3 anos depois...Oficialmente, o Eloy se tornou uma dupla: Frank Bornemann e o tecladista Michael(não me lembro seu sobrenome). Esse continuou a acompanhar Bornemann, nos discos posteriores. E, posteriormente, o baixista Klaus Peter voltou...

      Os discos lançados depois do "Metromania" são bons, mas não tanto como os outros...

      Concordo que o Eloy é uma espécie de Pink Floyd alemão. Taí o "Wish You Were here", que não nos deixa mentir(rs).

      Pouquíssimos grupos foram como o Eloy. Enquanto, a maioria(e põe maioria nisso, dos grupos progressivos, criaram músicas mais descartáveis, curtas, como surgimento do punk e da new wave, o Eloy continuou fazendo seu som bem trabalhado e viajante, até o ano de 1984. O trabalho de teclados da banda é, simplesmente, maravilhoso; pouquíssimos grupos fizeram o uso das teclas com tanta eficiência assim. Boas tramas de guitarras, belo som do baixo e ótimo vocal de Bornemann, que é muito criticado, para meu espanto. Sua voz casa bem com a sonoridade viajante do Eloy.
      As histórias dos discos são cativantes, místicas, nos emocionam, quase todas ideias de Bornemann, que tinha dificuldades de escrever letras sozinho, assim como as melodias, mas era um homem de ideia, um sonhador!
      E as capas dos álbuns? Sublimes!!!

      1. Eu já disse uma vez aqui que o Pink Floyd não é (ja foi) uma das minhas grandes paixões do rock progressivo assim como o King Crimson. Mas estou sempre procurando descobrir velhas bandas de progressivo conhecidas ou pouco conhecidas. Vou seguir as dicas de vocês esquecer que o Eloy se parece com o Floyd, e vou experimentar a banda.

        Meu leque de bandas prog de meu acervo não é grande e se resume em: Yes, Genesis, Steve Hackett, Gentle Giant, Jethro Tull, Focus, ELP, Triumvirat, PFM, Banco Del Mutuo Soccorso, Le Orme (não me impressionou muito essa) Camel, Kansas, Pink Floyd (tenho o wish you were here), King Crimson (tenho os 2 primeiros apesar de não ligar muito pra banda), Nektar, Marillion, O Terço. Estou sempre buscando aumentar esse acervo do estilo mais apaixonante do rock sem dúvidas - o rock progressivo.


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      2. Já experimentei alguns discos e algumas músicas do Gryfon, Can, Khan, Gong, mas tenho que reouvir discos dessas bandas. Esqueci do Colosseum e Colosseum 2 que gosto muito também.

        Abraço a todos.

        Luciano
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      3. Não conhecia essa banda, mas gostei muito do som.
        Parabéns pelo material.


        1. Vamos por as cartas na mesa........................

          E colocar algumas verdades que precisam ser ditas.........o Roderick - O Lorde - a um tempo atrás fez um comentário a respeito do Pink Floyd mais do que verdadeiro.....corajoso e lúcido....O Pink Floyd que cultuamos é o Pink Floyd de Roger Waters, que basicamente criou as seguintes Obras Primas..Atom Heart Mother...Echoes.....DSOTM....Wish You Here....The Wall....ponto!!!!!!!!!!!!

          Nem as loucuras psicodélicas de Sid Barret e nem Show Busines de Gilmour pode ser considerado Pink Floyd.....

          Estou dizendo isso, porque o Eloy tem uma obra que está sim à altura dos grandes trabalhos do Pink Floyd, e maior do que os More, Animals e Finals da vida.....

          Já disse neste blog em outras oportunidades, que End Of Odissey, entra na na minha concepção na lista de das 10 maiores canções de rock Progressivo.

          A obra do Eloy ( tão magistralmente dissecada pelo Roderick - O Lorde - ) tem muito mais consistência e coerência do que a obra do Pink Floyd - É obvio que não tem nenhum DSOTM....Mas também não tem nenhum Ummagumma...

          O rock progressivo é um estilo de música inteligente, com o mais alto nível de criatividade....para um público cada vez mais seleto e exigente....Penso apenas que o grande problema das bandas de hoje não está nem na construção sonora, mas nos nomes... Mostley Autumn, Blue Mammuth, ANKH, Porcupine Tree, Samurai of Prog....

          Esses nomes são muito pra cabeça....Yes, Camel, Genesis, Eloy, Kansas......Nada como simplificar as coisas....Se o Yes tivesse um nome tão complicado quanto as músicas que fazia, duvido que teria feito o mesmo sucesso...

          Só pra finalizar o que estou dizendo.... Será que John and the Moondogs, faria o mesmo sucesso que The Beatles????

          Agora Mano Véio.....Que alegria, que satisfação ver tantos novos companheiros neste buteco mais simpático da Net!!!!!!!!!!!.....

          P.S. Não esqueça de tirar do plástico Open Your Eyes!!!!

          PARA TODOS OS NOVOS COMPANHEIROS DE BEBIDA....

          ABRAÇO....FORÇA.....SUCESSO!!!!

          The Ancient
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        2. Oi Carlos, muito interessante seu comentário, principalmente quando falou dos nomes complicados das bandas atuais do rock progressivo(e das mencionandas, só conheço Porcupine Tree-rs). Mas vc tem que lembrar que o rock progressivo , é tido como pomposo, então...rs

          Contudo, creio que vc não me entendeu. Talvez até eu não tenha sido claro, mesmo escrevendo muito, é provável que não tenha me expressado direito.

          Concordo que a obra do Eloy tem muito mais consistência e coerência que a do Pink Floyd; costumo até falar que o Eloy foi o que o Floyd deveria ser depois do "Wish You Were Here", mas não foi. E pra infelicidade, de nós, fãs do grupo, a banda(Floyd) passou a gravar de dois em dois anos, sendo que o "The Final Cut", foi gravado 3 anos após o "The Wall", enquanto o Eloy gravou anualmente , até o "Metromania".

          O que não concordo contigo, e, claro, é uma questão de ponto de vista, é sobre vc ter dito de eu apreciar mais o Pink Floyd , do Roger Waters...

          Bem, lá vem mais delongas...rs

          Recentemente, eu disse no site "Whiplash", que, na verdade, o Pink Floyd gravou apenas um disco: "The Piper At the Gates of Dawn". Se Waters, Wright e Mason fossem coerentes, corajosos e, até mesmo , honestos, ao contratarem David Gilmour, deveriam criar outra banda, pois Barrett era disparado a figura principal do Floyd, e até mesmo criou o nome do grupo. Ainda assim, penso que o Floyd do "The Piper..." era um conjunto; valendo ressaltar que Waters escreveu uma música(muito boa , por sinal) e que haviam duas faixas instrumentais, compostas por todos os integrantes, uma delas, ocupando
          pelo menos metade do lado 2. E os teclados de Wright se destacavam muito também. Mas, Barrett era o principal compositor e cantor da banda.

          Um nome(bem sem vergonha-rs) para a banda remanescente, formada por Waters, Wright, Gilmour e Mason: psychedelic space.

          E o espaço psicodélico(rs) existiu até o Animals, que mesmo só com composições de Waters e Gilmour, mostrava uma banda de rock, um quarteto. Mesmo Mason, que achei muito devagar no "Wish You Were Here", se saiu bem, no "Animals". E tal disco foi o único, do DSOTM pra cá, em que não há músicos de fora.

          "The Wall" é um disco solo do Waters, com uma boa ajuda do Gilmour.

          "The Final Cut" é um puro (e pouco inspirado) álbum solo de Waters.

          "AMLOR", solo de Gilmour.

          "The Division Bell", solo de Gilomur, com um convidado especial, que o ajudou a escrever algumas músicas , até cantando uma delas, o saudoso Richard Wright.

          Prezado, Carlos, sinceramente, sabe que eu gostava muito da inconstância dessa banda chamada Pink Floyd. Até antes do "The Dark side..." eu os achava mais ecléticos. Mas, muitos acham que eles não sabiam para onde irem...

          Segue a lista dos meus preferidos, dos 14 álbuns de estúdio da coisa chamada Pink Floyd:

          1) A Saucerful of Secrets
          2) Obscured by Clouds
          3) Atom Heart Mother
          4) Meddle
          5) Ummagumma
          6) The Wall
          7) The Dark Side of the Moon
          8) Wish you Were Here
          9) The Division Bell
          10) The Piper At The Gates of Dawn
          11) More
          12) Animals
          13) A Momentary Lapse of Reason
          14) The Final Cut

          Saudações a todos!
          Tudo de bom!
          ResponderExcluir
        3. Agora que li, "pós-graduação em Eloy"(rs). Muita gentileza sua, Gustavo! Sou é muito prolixo(rs).

          Valeu!



          1. Meu Caro Lorde!!!!

            Recentemente discutimos sobre os trabalhos do Genesis com e sem Peter Gabriel....Obra de Arte e Bons Álbuns progressivo!!!

            No caso do Floyd, eu classificaria como Obras Primas ( os álbuns que citei ) e no resto muito experimentalismo, muita esquisitice e alguns bons trabalhos.....Eu entendo que Roger Waters foi o elemento criativo e preponderante nas obras cruciais do Pink Floyd ( Rick um artesão sobre estas obras - injustiçado -); ( Mason apático, sem brilho mas competente); ( Gilmour hábil o suficiente para atender as exigências de Waters e assim como Rick dono de uma bela voz).

            Qualquer coisa fora desta química jamais poderá ser considerado Pink Floyd....

            O Eloy como conjunto da obra é simplesmente fantástico...Eu comentei neste blog certa vez, que na ocasião do primeiro Rock 'n Rio, o Eloy estava com uma sucessão de quatro obras simplesmente impecáveis ...Planets, Time to Turn , Performance e Metromania....E acabaram trazendo os chatíssimos Scorpions, Nina Hagen e o Yes de Trevor Rabin.....

            Mano Véio acha que o que faltou para o Eloy talvez tenha sido um pouco de mídia...Acho que ele tem razão, porque a obra da banda é simplesmente inigualável, e não deve nada aos grandes nomes da década de 70....

            Meu Caro Lorde....Debater com o Véio Dead é muito bom!!!! Mas filosofar sobre os estranhos caminhos do rock progressivo com você é sempre um aprendizado!!!!

            ABRAÇO.....FORÇA....SUCESSO!!!!!

            The Ancient























terça-feira, abril 10, 2012

ELOY - "Jubille Gardens" - 1984

Existem algumas bandas que são “mosca branca” quando se quer achar algum material fora de catálogo e o Eloy é uma delas, portanto quando surge alguma coisa a respeito, o melhor que se pode fazer é compartilhar, então, o bootleg, "Jubille Gardens", gravado em 27 de Maio de 1984 vem em um momento de total escassez. 

Apesar de o ano coincidir com lançamento do álbum “Metromania”, não acredito que este show faça parte de uma  possível “Metromania Tour”, pois só há uma única música deste álbum chamada “Nightriders”, o que não teria muito sentido, mas além deste álbum, tem músicas extraídas do “Time to Turn”; “Planets; “Performance” e “Colors”, que são os álbuns imediatamente anteriores, todos da década de oitenta. 

Mas na verdade o que mais importa é que todas as músicas fazem parte da obra do Eloy e principalmente por ter a presença de uma das figuras mais revolucionarias e geniais que a música contemporânea já teve, no caso, Frank Bornemann. 

E dele, eu sou um confesso, fã de carteirinha, pois mesmo seus trabalhos mais recentes como, “Oceans 2” de 1998 e “Visionary” de 2009, ainda guardam toda a magia contida nos álbuns do início da sua carreira, na década de setenta. 

Apesar de ser de conhecimento geral, que a banda passou por diversas formações, com um entra e sai de músicos, não custa lembrar que Frank Bornemann, além de mentor intelectual de praticamente todas as músicas produzidas, ainda administrou este problema com sua enorme capacidade visionária e com sua inteligência que parece não ter fim, para manter a banda com uma uniformidade musical praticamente impossível de ser mantida, perante tantas mudanças que aconteceram ao longo de quatro décadas. 


Por exemplo, este álbum, está com a sétima formação e ainda estavam no ano de 1984, com treze anos de estrada apenas e doze álbuns de estúdio, o que me leva a crer que conforme sua música foi evoluindo e de certa forma acompanhando as tendências de cada momento, senão ele teria sucumbido nos anos oitenta, ele promoveu esta série mudanças na estrutura da banda para manter-se vivo, alias, diga-se de passagem, vivo até hoje e encantando multidões. 

Por estes motivos e logicamente pelo legado deixado ao longo de mais de quarenta anos de música, totalmente voltada para o perfeccionismo absoluto, pois cada álbum registra o exato momento de uma época sem se preocupar em conseguir um espaço em alguma rádio FM, levando apenas em consideração a sua criatividade e a sua vontade de externar suas viajantes ideias, é o que me leva a estar sempre à caça de algum material inédito. 

Este bootleg foi postado primeiramente no blog, “Blog Stoned”, no dia 9 de abril de 2012, ou seja, há um dia, portanto, que a justiça seja feita em dar os créditos para quem conseguiu desenterrar esta preciosidade musical e principalmente por estar dividindo com todos nós que estamos sempre em busca de algo novo, mas que foi produzido no passado. 

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!

Eloy:
Frank Bornemann - guitar, vocals
Klaus-Peter Matziol - bass
Hannes Arkona - guitar
Fritz Randow - drums
Hannes Folberth - keyboards

Tracks:
01. Tunning - Intro -  0:46
02. Through A Somber Galaxy - 5:19
03. On The Verge Of Darkening Lights - 4:10
04. Point Of No Return - 5:44
05. Heartbeat - 6:05
06. Silhouette - 5:15
07. Nightriders - 5:10
08. End Of An Odyssey - 10:06
09. Illuminations - 5:34
10. Drum solo - 3:54
11. Fools - 5:05


"On The Verge Of Darkening Lights"

"Heartbeat"

"End Of An Odyssey"

domingo, dezembro 04, 2011

ELOY - "Burg Herzberg Festival" - 2011

Que satisfação poder postar um álbum do Eloy em uma apresentação tão recente e sentir que o tempo passou para todos nós, mas não para Frank Bornemann, que já está de cabelos brancos, mas tocando com a mesma vitalidade de quarenta anos atrás, com sua guitarra mais afiada do que nunca e com sua pitoresca voz praticamente preservada, nos remetendo aos grandes shows do passado em mais uma viagem cósmica que é marca registrada do Eloy. 

Este festival é ativo desde 1968 e é baseado nos preceitos do movimento hippie, mas hoje em dia, focados em mundo ecologicamente muito melhor, tendo como principal objetivo a “Paz & Amor” tão sonhada desde os primórdios do movimento, na década de setenta. 

Esta apresentação aconteceu no dia dezoito de julho do presente ano e foi gravado no “Burg Herzberg Festival”, mas infelizmente não consegui a ficha técnica deste bootleg, com os músicos que formaram o Eloy desta vez, pois outra característica marcante da banda, é o entra e sai de músicos.

Acredito que ele esteja baseado com a formação do último álbum de estúdio, “Visionary” de 2009, mas isto é apenas uma suposição e não tem o menor fundamento, portanto, se alguém souber o nome dos músicos que acompanharam Frank Bornemann neste show, por favor, me avisem para que eu possa complementar esta postagem, pois mesmo com a apresentação da banda na faixa quinze, fica muito difícil entender o que Frank Bornemann diz, pois o Alemão é uma língua muito complexa.

Independente de qualquer coisa e seja qual for a formação da banda desta vez, uma coisa é certa, é o Eloy que está se apresentando, com sua aura mágica e envolvente de sempre, pois sua sonoridade está mantida todos estes anos depois e que se faça justiça, por conta da genialidade de Frank Bornemann, um mestre no encantamento musical, uma lenda viva do rock progressivo da década de setenta e que até hoje consegue emocionar com sua música.  

O “set-list” não poderia ter sido mais eclético, pois tem música extraída de tudo quanto é álbum, como, “Time to Turn”, “Planets”, “The Tides Return Forever”; “Oceans”; “Silent Cries and Mighty Echoes”;  “Power and Passion” “Oceans 2”; “Down”; “Colors” e “Visionary”, ou seja, tem diversão garantida para todos, distribuídas nas vinte faixas musicais deste bootleg que com certeza vai agradar aos fãs da banda e amantes do rock progressivo em geral.

RECOMENDADÍSSIMO!!!!

Band:
Frank Bornemann (lead vocals, guitar)
Hannes Folberth (keyboards)
Michael Gerlach (keyboards)
Klaus-Peter Matziol (bass)
Bodo Schopf (drums, percussion)
Steve Mann (guitar)
Tina Lux (backing vocals)
Anke Renner (backing vocals)

Tracks:
01 Intro (Incomplete , Fades In) 01:01
02 Child Migration / Paralysed Civilization 13:26
03 Announcement 00:37
04 Mysterious Monolith 06:46
05 Age of Insanity 07:57
06 The Apocalypse 11:19
07 Silhouette 04:43
08 Poseidon's Creation 11:56
09 Time To Turn 04:22
10 Tuning 01:25
11 Sun Song 05:41
12 Illuminations 06:51
13 Follow the Light 08:14
14 Awakening of Consciousness 05:58
15 Band Introduction 02:18
16 The Tides Return Forever 07:08
17 Encore Break / Tuning 03:01
18 Ro Setau 08:08
19 Thoughts 01:24
20 Intermezzo 01:17
21 The Bells of Notre Dame 05:34
22 Outro 02:01

LINK

"Mysterious Monolith"

"The Apocalypse"

"Age of Insanity"

terça-feira, outubro 18, 2011

ELOY - "Live in Besançon" - 1980

Formado por quatro letrinhas mágicas, o “Eloy”, é a grife musical de Frank Bornemann, gênio máximo do rock progressivo Alemão, agora nos brindando em uma apresentação antológica na França. 

Esta curta apresentação aconteceu no dia vinte e cinco de setembro de 1980, no “LE THEATRE MUSICAL DE BESANÇON”, onde Frank Bornemann estava acompanhado de Klaus-Peter Matziol, Hannes Arkona, Hannes Folberth e Jim McGillivray para completar o elenco. 

O set-list, é muito bom, pois foi montado com as músicas, “Giant”; ”Illumination”, “Impressions”; “Poseidon's Creation” e “Pilot to Paradise”, originárias dos álbuns, “Oceans”; "Silent Cries And Mighty Echoes" e “Colours” que era o objetivo deste show. 

Não tem nem muita graça comentar a performamance da banda, pois independetente do “entra e sai” de músicos, muito habitual na trajetória do Eloy, o resultado final é sempre o mesmo, ou seja, é “perfeito”, pois os caras são muito bons e Frank Bornemann com sua mágica guitarra e a sua voz muito pitoresca por conta do seu sotaque germânico, se encarrega de fechar o ciclo musical. 

Eu não canso de afirmar que é possivel comparar musicalmente o Eloy com o Pink Floyd, pois a extensa discografia, com mais de vinte álbuns que a banda acumulou nestes quarenta anos de estúdios e palco, mostra a evolução e o nível de detalhes imposta em suas músicas, assim como o Pink Floyd fazia nas suas.

Pesquisando este bootleg, cheguei à conclusão que ele provavelmente não esta completo, portanto, podem estar faltando algumas músicas, porém, é tão difícil encontrar algum material disponível do Eloy para postar, que quando aparece algum, não tem jeito, vai para o blog, mesmo que seja muito curto como este, pois o que importa, é seu valor histórico e o registro de mais uma brilhante atuação do "Floyd Alemão".

ALTAMENTE RECOMENDADO!!!!

Musicians:
Frank Bornemann - Lead Vocals, Electric Guitar, Acoustic Guitar
Klaus-Peter Matziol - Bass, Vocals
Hannes Arkona - Electric Guitar, Acoustic Guitar
Hannes Folberth - Keyboards
Jim McGillivray - Drums, Percussion

Tracks:
1. Giant
2. Illumination
3. Impressions
4. Poseidon's Creation
5. Pilot to Paradise

LINK

"Poseidon's Creation"